sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Hoje estou aqui.



 Não sei AMAR
desespero na inconstancia de acordar eu,
não tenho equilibrio, meu peito pesa ´so de um lado e não se se é o esquerdo.
Estou anestesiada por um motivo que nem sei qual é...
estou assim, aqui...não me entendo, as vezes pergunto-me quem sou?!
Uma lágrima cai e faz me sentir mulher, faz me sentir mulher porque sei que sou mãe, a tua mãe! Disso não duvido, não fujo, não me questiono porque a ti eu sei amar, so te sei amar a ti, ´so tu és perfeito ao meu olhar, só tu me das luz quando me sinto no escuro...
Agora dormes, como se viajasses para o arco-iris de que eu tanto falo, sei que viajas para lá sozinho, já aprendeste o caminho...sinto a tua mão quentinha e carnuda e penso “amo-te tanto Filho” e choro agora duas lagrimas em paralelo que caem numa muicalidade de Malher!
Há dias que o sol mesmo que brilhe não aquece.
Há dias que o pão tem queijo mas não sabe a queijo.
Há dias que a noite aparece e as estrelas escondem-se com medo da lua.
Há dias que se corre para a vida em direcção à morte.
Há dias que não se é.
Há dias em que se abraça os que são.
Há paredes por toda a parte, as janelas são escassas e quando abro os olhos elas estão geralmente fechadas, fico de dentro a olhar o verde que poderia ser mais azul e sento-me numa das paredes até que o verde se afaste, aí levanto-me, procuro uma nova parede e encosto-me para ver passar o amarelo cheio de pressa a pisar o verde quase no horizonte...quando tudo fica escuro novamente e as janelas fecham os olhos para descansar eu converso com as paredes e ficamos horas a falar dos sonhos...sonhos de Paredes!
Era uma vez uma parede que não sabia estar em pé então sonhou com tanta tanta força que um dia quando acordou era um candeiro de rua, o mais alto de toda a cidade!
Quando as histórias dos sonhos acabam, ficamos caladas e esperamos o dia de apanhar uma das janelas abertas, só para sentir o cheiro do verde, do mais azul e do amarelo.
Estou aqui. Hoje estou aqui. Hoje estou aqui e procuro o Amor.Não sei AMAR
desespero na inconstancia de acordar eu,
não tenho equilibrio, meu peito pesa ´so de um lado e não se se é o esquerdo.
Estou anestesiada por um motivo que nem sei qual é...
estou assim, aqui...não me entendo, as vezes pergunto-me quem sou?!
Uma lágrima cai e faz me sentir mulher, faz me sentir mulher porque sei que sou mãe, a tua mãe! Disso não duvido, não fujo, não me questiono porque a ti eu sei amar, so te sei amar a ti, ´so tu és perfeito ao meu olhar, só tu me das luz quando me sinto no escuro...
Agora dormes, como se viajasses para o arco-iris de que eu tanto falo, sei que viajas para lá sozinho, já aprendeste o caminho...sinto a tua mão quentinha e carnuda e penso “amo-te tanto Filho” e choro agora duas lagrimas em paralelo que caem numa muicalidade de Malher!
Há dias que o sol mesmo que brilhe não aquece.
Há dias que o pão tem queijo mas não sabe a queijo.
Há dias que a noite aparece e as estrelas escondem-se com medo da lua.
Há dias que se corre para a vida em direcção à morte.
Há dias que não se é.
Há dias em que se abraça os que são.
Há paredes por toda a parte, as janelas são escassas e quando abro os olhos elas estão geralmente fechadas, fico de dentro a olhar o verde que poderia ser mais azul e sento-me numa das paredes até que o verde se afaste, aí levanto-me, procuro uma nova parede e encosto-me para ver passar o amarelo cheio de pressa a pisar o verde quase no horizonte...quando tudo fica escuro novamente e as janelas fecham os olhos para descansar eu converso com as paredes e ficamos horas a falar dos sonhos...sonhos de Paredes!
Era uma vez uma parede que não sabia estar em pé então sonhou com tanta tanta força que um dia quando acordou era um candeiro de rua, o mais alto de toda a cidade!
Quando as histórias dos sonhos acabam, ficamos caladas e esperamos o dia de apanhar uma das janelas abertas, só para sentir o cheiro do verde, do mais azul e do amarelo.
Estou aqui. Hoje estou aqui. Hoje estou aqui e procuro o Amor.

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